Uma das principais intenções das últimas férias da Páscoa era fazer uma visita à Fábrica de onde vêm o Burel que uso para fazer as ovelhas.
As nossas expectativas não foram goradas, fomos recebidas com simpatia por duas exímias costureiras que estavam a executar peças para a marca “Burel Manteigas” que com ideias inovadoras tenta não deixar desaparecer este material tradicional.
Agradecemos a visita guiada que o Sr. José Luís teve a gentileza de nos proporcionar e ficámos a saber todos os processos por que passa a lã, desde que chega á fábrica em fardos até sair de lá transformada nos mais diversos tipos de fazendas.
Para além de alguns artesões que ainda existem na zona, esta é a única fábrica que ainda se encontra em funcionamento, resistente de uma indústria local outrora próspera. É também intenção deste post, dar um modesto contributo na divulgação deste material e de quem a muito custo ainda o produz em Portugal.
As nossas expectativas não foram goradas, fomos recebidas com simpatia por duas exímias costureiras que estavam a executar peças para a marca “Burel Manteigas” que com ideias inovadoras tenta não deixar desaparecer este material tradicional.
Agradecemos a visita guiada que o Sr. José Luís teve a gentileza de nos proporcionar e ficámos a saber todos os processos por que passa a lã, desde que chega á fábrica em fardos até sair de lá transformada nos mais diversos tipos de fazendas.
Para além de alguns artesões que ainda existem na zona, esta é a única fábrica que ainda se encontra em funcionamento, resistente de uma indústria local outrora próspera. É também intenção deste post, dar um modesto contributo na divulgação deste material e de quem a muito custo ainda o produz em Portugal.

















